O sonho de Mendeleev (o inventor da atual tabela periódica)
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- Escrito por Cremildo Freitas
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O químico Dmitri Mendeleev (1834 a 1907) nasceu na Sibéria e desde criança teve uma vida muito difícil, seu pai era professor de artes plásticas, filosofia e política, mas ficou cego e perdeu sua posição de professor. Sua mãe tornou-se a única provedora do lar, trabalhando em uma fábrica de vidro. Quando Dmitri tinha treze anos, seu pai morreu. Dois anos depois, um incêndio destruiu a fábrica de vidro. No ano seguinte, determinado a garantir a educação de seu filho, sua mãe o levou pelo país na esperança de conduzí-lo a uma boa universidade. A Universidade de Moscou o rejeitou. Finalmente, eles chegaram a São Petersburgo, a então capital da Rússia. A Universidade de São Petersburgo o admitiu e a família se mudou para lá, apesar de sua pobreza.
Um estudioso promissor, Mendeleev publicou artigos quando tinha 20 anos e participou da primeira conferência de química do mundo aos 26 anos. Em meados dos anos trinta, ele estava intensamente preocupado em classificar os elementos químicos conhecidos com base em suas propriedades e pesos atômicos.
Mendeleev
Ele tentou diferentes métodos de organizar os elementos, mas nenhum deles parecia funcionar. Uma noite, ele teve um sonho que o inspirou a criar sua famosa tabela periódica. Aqui está como ele descreveu seu sonho em suas próprias palavras: "Vi em um sonho uma mesa onde todos os elementos se encaixavam conforme necessário. Despertando, eu imediatamente escrevi em um pedaço de papel, apenas em um lugar uma correção mais tarde parecia necessária."

Rascunho da tabela periódica visualizada no sonho.
Esse evento inexplicável para os materialista foi retratado em muitos livros de História da Ciência.

Novos elementos químicos foram descobertos depois, mas o mecanismo de montagem da tabela periódica estava esclarecido, como alguém pode ter tais informações que ele não obteve no estado de vigília, em um sonho?

LIVRO DOS MÉDIUNS
O livro dos Médiuns nos esclarece que enquanto o corpo repousa, o Espírito se desprende dos laços materiais (emancipação da alma); fica mais livre e pode mais facilmente ver os outros Espíritos, entrando com eles em comunicação. Quando nenhum meio tenhamos de verificar a realidade das visões nos sonhos, podemos sem dúvida lançá-las à conta da alucinação. Quando, porém, no caso da tabela periódica, as visões se confirmam, ninguém tem o direito de atribuí-las à imaginação. A possibilidade de ter visões e se comunicar em sonho com os Espíritos resulta, sem contestação, de uma espécie de mediunidade, mas não constitui, propriamente falando, o que se chama médium vidente.
Esse não é um caso isolado, em diversas ocasiões na história da ciência, relatam-se casos de inspirações que ocorreram no estado de sono, que os materialistas afirmam ser apenas imaginação resultante da mente excitada em resolver o problema, só não explicam como a solução até então desconhecida surge nesse estado.